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O ano é novo, mas e você?



Tantos reclamam de 2016. Foi um ano turbulento de fato, ainda mais para o Brasil. Mas olha, posso dizer que não foi impossível ser feliz. Mesmo com perdas extremamente dolorosas, não posso dizer,particularmente, uma palavra sequer contra 2016. Pois esse foi um ano que me sacodiu e me mudou de tal forma, que não sou de fato a mesma. Acho que talvez seja essa a reclamação, 2016 nos obrigou a agir, e nem todos estão preparados para mudanças. O pedido em massa talvez não seja para que 2017 seja um ano de fato melhor, mas que volte a ser mais do mesmo. Afinal desse jeito ninguém vai precisar se reinventar e ser "novo".


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Me vou

Talvez eu tenha te amado por habito Já não sei mais quem sou eu sem você Sem buscar por você Sem agir por você. Na gana de te encontrar, me perdi Em busca de te entender, me confundi Quis te amar, você não quis Não aceitei que essa ideia de "nós" era só minha Que nem tudo que é intenso é verdadeiro E que não é porque é verdade, que vale a pena lutar. Amor que vale é o que vem sem dúvidas Deixa as lutas pro mundo, essas são inevitáveis Mas no amor que seja leve Se não, nem venha Nem tenta Nem fica. Demorei pra entender tudo isso Você se esforçou muito pra me perder Mas fique tranquilo, sua luta acabou. Me vou.

Breves palavras...

Oi amores... bão ou não? =P Só eu que achei que a nova interface do blogger pra acompanhar blogs é um lixo? Preferia a antiga que a rolagem das postagens é independente da rolagem da lista de blogs. Bem... hoje trago palavrinhas da noite passada, espero que gostem. Hoje e sempre seja amável, seja leal consigo e com os outros, seja responsável e determinado, seja apaixonado e desapegado. Hoje e sempre permita-se amar e ser amado, tocar e ser tocado, sorrir e também chorar, usufruir e compartilhar. Hoje e sempre lembre-se que seu destino está em suas mãos, que você tem sempre escolha, e que a felicidade é uma opção. Só se colhe aquilo que se planta. Beijinhos

Déficit de compaixão

Estou de carona, paramos no sinal. Um garoto faz malabares, cena comum no dia a dia. O motorista fecha os vidros. "Ele manda bem, porque não dá uns trocados?", pergunto. "Não quero incentivar a mendicância", ouço em resposta. Uma bela forma de parecer se preocupar quando na verdade não se preocupa em nada. Pensa que a vida é aquilo​ que vê, e ignora qualquer realidade diferente da sua. Até quando viveremos em negação? Até quando fecharemos os olhos à compaixão? Tempos difíceis esses em que não conseguimos ter empatia pelos nossos irmãos.