Pular para o conteúdo principal

Nós e as muletas...


Oi amores, como estão?
Espero que bem!

Hoje eu vim falar das famosas muletas psicológicas que usamos. Alguns chamam “destino”, “vida”, “Deus”... não importa a crença que temos, muitos de nós usam desses artifícios pra justificar nossos fracassos. Não estou negando o papel importante da espiritualidade na vida, ainda mais eu, uma pessoa sempre em busca da espiritualidade. O que quero dizer é que, até hoje não vi qualquer tipo de livro sagrado ou mesmo cientifico (não vi, porque também não li todos) que diga que nós somos espécies de marionetes e que não decidimos por nossas vidas, muito pelo contrario, nos que li até hoje, o que encontrei foi o famoso “livre arbítrio”, nem sempre assim nomeado.

Sendo assim, pra mim a mensagem é clara “você é responsável por sua própria vida”. Mas é muito mais fácil culpar a Deus, a vida, ao destino. Muito mais fácil dizer que a culpa não é nossa, afinal, como conviver com o fato de que sua vida é um fracasso por consequência de suas próprias escolhas, e que se não arregaçarmos as mangas e fizermos algo a respeito, vamos continuar ali? Ou seja, você faz uma escolha errada, e depois tem preguiça de consertar o que fez. É difícil ter que conviver com essa realidade, mas quando você toma consciência disso, as coisas mudam, afinal, se o único obstáculo entre o sucesso e você, é você mesmo, então é só ir lá e mudar a situação. Mas isso pede coragem, você já errou e vai errar de novo, faz parte da vida. O fraco desiste diante do fracasso, o sucesso vem justamente de persistir até dar certo.

Beijinhos


Comentários

  1. Olá Touka,
    Belo texto, querida!
    Realmente, somos os escritores de nossa própria história. E, como não estamos aqui por acaso, cumpre-nos por finalidade, a busca de uma vida satisfatória em todos os sentidos, o que implica em escolhermos os caminhos certos a percorrer.
    Deus deu-nos a vida, este presente maravilhoso, para que crescêssemos e evoluíssemos e, desta forma, através do amor nos tornássemos dignos de, chegado o momento de nossa partida para a espiritualidade, tivéssemos cumprido nosso papel nesta missão terrena.
    Obrigada por sua visita em meu blog. Adorei!
    Um grande beijo, amiga.
    Maria Paraguassu.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tem toda a razão, Paraguassu. É isso que eu quis dizer, as pessoas pensam que por eu falar isso, eu desprezo o papel dos Deuses na nossa vida, mas muito pelo contrário. Nós viemos aqui pra evoluir, e só quando damos nossos próprios passos conseguimos isso.

      Beijinhos

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Me vou

Talvez eu tenha te amado por habito Já não sei mais quem sou eu sem você Sem buscar por você Sem agir por você. Na gana de te encontrar, me perdi Em busca de te entender, me confundi Quis te amar, você não quis Não aceitei que essa ideia de "nós" era só minha Que nem tudo que é intenso é verdadeiro E que não é porque é verdade, que vale a pena lutar. Amor que vale é o que vem sem dúvidas Deixa as lutas pro mundo, essas são inevitáveis Mas no amor que seja leve Se não, nem venha Nem tenta Nem fica. Demorei pra entender tudo isso Você se esforçou muito pra me perder Mas fique tranquilo, sua luta acabou. Me vou.

Déficit de compaixão

Estou de carona, paramos no sinal. Um garoto faz malabares, cena comum no dia a dia. O motorista fecha os vidros. "Ele manda bem, porque não dá uns trocados?", pergunto. "Não quero incentivar a mendicância", ouço em resposta. Uma bela forma de parecer se preocupar quando na verdade não se preocupa em nada. Pensa que a vida é aquilo​ que vê, e ignora qualquer realidade diferente da sua. Até quando viveremos em negação? Até quando fecharemos os olhos à compaixão? Tempos difíceis esses em que não conseguimos ter empatia pelos nossos irmãos.

Resenha: A Mágica da Arrumação - Marie Kondo

Oi amores, como estão? Espero que muito bem. O ultimo livro que eu li no ano, foi A magica da arrumação, de Marie Kondo. A primeira vista, parecia algo bom pra alguém com uma certa queda pra bagunça feito eu, e era. Só que eu não podia imaginar que seria tanto. A técnica vai muito além de "guardar bagunça", ele fala de organização de verdade, e de desapego. O quanto é importante nos desfazermos daquilo que não nos faz feliz, e ensina que essa é a direção da vida, enquanto você estiver focando a felicidade, estará no caminho certo e tenderá a manter as coisas organizadas. Recomendo de coração esse livro. ♥